O câncer de mama é o tipo de câncer mais frequente entre as mulheres em todo o mundo. Apesar de ser uma doença que desperta preocupação, os avanços na prevenção, no diagnóstico e no tratamento têm proporcionado índices cada vez maiores de cura, especialmente quando a doença é identificada em fases iniciais.
Conhecer os fatores de risco, realizar o rastreamento adequado, reconhecer os sinais de alerta e buscar avaliação especializada são medidas fundamentais para um diagnóstico precoce e um tratamento mais eficaz.
Agende sua consulta para que possamos discutir seu caso, esclarecer suas dúvidas e definir o tratamento mais adequado para você.
Prevenção
O maior risco para câncer de mama é ser mulher, mas diversas medidas podem contribuir para reduzir o risco de desenvolver câncer de mama.
Fatores de risco modificáveis
Excesso de peso e obesidade, especialmente após a menopausa.
- Sedentarismo.
- Consumo de bebidas alcoólicas.
- Tabagismo.
- Alimentação inadequada.
- Uso prolongado de terapia hormonal em determinadas situações.
- Exposição excessiva à radiação ionizante.
A adoção de hábitos saudáveis pode contribuir para a diminuição do risco e para a melhora da saúde geral.
Alimentação
Uma alimentação equilibrada pode auxiliar na prevenção do câncer de mama e de outras doenças crônicas.
Recomenda-se:
- Consumo regular de frutas, verduras e legumes.
- Ingestão de grãos integrais e fibras.
- Preferência por proteínas magras.
- Redução do consumo de alimentos ultraprocessados.
- Moderação no consumo de açúcares e gorduras saturadas.
- Limitação do consumo de bebidas alcoólicas.
Não existe um alimento específico capaz de prevenir ou causar câncer de mama isoladamente, mas o padrão alimentar saudável está associado à redução do risco.
Exercício físico
A prática regular de atividade física está associada à diminuição do risco de câncer de mama.
Os benefícios incluem:
- Controle do peso corporal.
- Redução dos níveis de inflamação.
- Melhora da função imunológica.
- Regulação hormonal.
- Redução da gordura corporal.
Recomenda-se a prática de atividades aeróbicas e exercícios de fortalecimento muscular de forma regular, conforme a orientação médica e as condições individuais.
Genética
A maioria dos casos de câncer de mama ocorre de forma esporádica, porém uma parcela está relacionada a alterações genéticas hereditárias.
Os principais genes associados ao aumento do risco são:
- BRCA1.
- BRCA2.
- PALB2.
- TP53.
- CHEK2.
História familiar de câncer de mama, ovário, pâncreas ou próstata pode indicar a necessidade de aconselhamento genético e avaliação especializada.
Agende sua consulta para que possamos discutir seu caso, esclarecer suas dúvidas e definir o tratamento mais adequado para você.
Diagnóstico
Diagnóstico
O diagnóstico do câncer de mama envolve a combinação de avaliação clínica, exames de imagem e análise laboratorial do tecido.
Exame físico das mamas
O exame clínico é realizado pelo mastologista através da inspeção e palpação das mamas e das regiões axilares.
Podem ser identificados:
- Nódulos mamários.
- Alterações na pele.
- Retração do mamilo.
- Secreção papilar.
- Linfonodos aumentados.
Exames de imagem
Mamografia: É o principal exame de rastreamento e pode detectar lesões antes do aparecimento de sintomas.
Tomossíntese Mamária
Ultrassonografia mamária: Auxilia na avaliação de nódulos e complementa a mamografia, especialmente em mamas densas.
Ressonância magnética das mamas: Alto risco genético; Avaliação da extensão da doença; Planejamento cirúrgico; Investigação de achados inconclusivos; Avaliação de implantes mamários.
Exame histopatológico: O diagnóstico definitivo é obtido por meio da análise microscópica do tecido obtido por biópsia. Esse exame pode determinar:o tipo do tumor, grau histológico, presença de invasão e características morfológicas da lesão.
Exame imunohistoquímico: avalia proteínas presentes nas células tumorais e auxilia na definição do tratamento. Os principais marcadores são: Receptores de estrogênio (ER); Receptores de progesterona (PR); HER2 e Ki-67.
Agende sua consulta para que possamos discutir seu caso, esclarecer suas dúvidas e definir o tratamento mais adequado para você.
Tratamento
O Tratamento é individualizado e dependente do tipo do tumor, estágio da doença, características biológicas e condições clínicas da paciente.
Tratamento cirúrgico
A cirurgia pode ser conservadora ou envolver a retirada total da mama.
As principais modalidades incluem:
- Cirurgia conservadora da mama.
- Mastectomia.
- Biópsia do linfonodo sentinela.
- Esvaziamento axilar.
- Reconstrução mamária.
As técnicas reconstrutivas podem utilizar implantes, expansores, retalhos ou tecidos autólogos.
Hormonioterapia
Indicada para tumores com receptores hormonais positivos. Os medicamentos atuam bloqueando a ação dos hormônios ou reduzindo sua produção como o Tamoxifeno, o Anastrozol e o Letrozol
Quimioterapia
Consiste no uso de medicamentos capazes de destruir células tumorais, podendo ser administrada: Antes da cirurgia (neoadjuvante); Após a cirurgia (adjuvante) ou em doença metastática. O esquema terapêutico varia conforme o subtipo tumoral e o estágio da doença.
Imunoterapia
A imunoterapia estimula o sistema imunológico a combater as células tumorais.
Radioterapia
Utiliza a radiação ionizante para destruir células tumorais remanescentes e reduzir o risco de recidiva. Pode ser indicada: após cirurgia conservadora; após determinadas mastectomias e em alguns casos de doença metastática.
Fisioterapia
A reabilitação contribui significativamente para a qualidade de vida e para a recuperação funcional das pacientes.
- Recuperar a mobilidade do ombro.
- Prevenir ou tratar linfedema.
- Reduzir dor e limitações funcionais.
- Melhorar a postura.
- Promover condicionamento físico.
- Auxiliar no retorno às atividades diárias.
Agende sua consulta para que possamos discutir seu caso, esclarecer suas dúvidas e definir o tratamento mais adequado para você.

.C7-1M57d_tf23W.webp)