Cirurgia Plástica · Reparadora

Lesões de pele

Tratamento cirúrgico de lesões benignas e câncer de pele, preservando função e aparência natural da região.

Dra. Vanessa Rajo segurando uma prótese mamária em ambiente de estúdio

Lesões de Pele Benignas

Lesões benignas da pele, como pintas (nevos), cistos sebáceos, lipomas (“caroços de gordura”), verrugas, queratoses seborreicas (“verrugas da idade”), dermatofibromas e fibromas moles (pequenas “bolinhas” ou “pólipos de pele”), são alterações frequentes que podem causar incômodo estético, desconforto, irritação por atrito, inflamações recorrentes ou dúvidas quanto ao diagnóstico.

Essas lesões podem surgir em qualquer região do corpo, sendo comuns na face, couro cabeludo, pescoço, tronco, axilas, mãos e membros inferiores.

Quando indicada, sua remoção é realizada de forma segura e individualizada, buscando não apenas eliminar a lesão, mas também preservar a aparência natural da região. O planejamento cirúrgico prioriza incisões discretas e uma cicatriz de melhor qualidade possível. Quando necessário, procedimentos complementares podem ser indicados para otimizar a cicatrização e o resultado estético final.


Câncer de Pele

O câncer de pele é o tipo de câncer mais frequente e, quando diagnosticado precocemente, apresenta elevadas taxas de cura. Os tipos mais comuns incluem o carcinoma basocelular, o carcinoma espinocelular e o melanoma, sendo fundamental a avaliação de lesões suspeitas ou já diagnosticadas.

As lesões podem se apresentar como feridas que não cicatrizam, pintas que mudam de cor, formato ou tamanho, manchas persistentes, nódulos ou pequenas lesões que sangram com facilidade. São mais frequentes em áreas expostas ao sol, como nariz, pálpebras, orelhas, face, couro cabeludo, lábios, pescoço, colo, braços e mãos, embora possam surgir em qualquer parte do corpo.

O tratamento consiste na remoção completa da lesão, respeitando os princípios oncológicos e preservando ao máximo os tecidos saudáveis. Após a retirada, a reconstrução é cuidadosamente planejada para restaurar a anatomia, preservar a função e proporcionar um resultado estético natural. Dependendo da localização e da extensão da cirurgia, podem ser utilizados diferentes recursos reconstrutivos, como fechamento direto, retalhos locais ou enxertos de pele.

Após a cicatrização, quando indicado, tecnologias complementares podem ser empregadas para melhorar a qualidade da cicatriz e a textura da pele, contribuindo para um resultado ainda mais harmonioso.

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